Museu Nacional Machado de Castro


Encontra-se instalado no edifício ocupado anteriormente pelo paço episcopal, onde desde o século XII residiam os bispos de Coimbra. Em 1912 foi transformado em Museu, englobando também a igreja de S. João de Almedina que, desde a Idade Média, se encontra anexada a este.
Ambos os edifícios foram construÍdos sobre um Criptopórtico Romano, feito para anular o acentuado declive da vertente, possibilitando, assim, a construção do fórum imperial. é constituÍdo por duas galerias sobrepostas de grandes dimensões, tendo a parte superior uma estrutura bastante complexa, com dois corredores e um conjunto de celas dispostas paralelamente. Devido às suas caracterÍsticas, é o maior edifÍcio romano, do género, encontrado na PenÍnsula Ibérica, e um dos maiores da Europa.
Quanto às colecções do museu, destacam-se a estatuária medieval (obras góticas), do Renascimento, flamenga e barroca. Possui um conjunto de pinturas bastante significativo, uma colecção de tecidos de grande nÍvel artÍstico e raridade, um conjunto de peças de ourivesaria situadas entre os séculos XII e XIX, assim como uma importante colecção de faianças e porcelanas, estando também representados o mobiliário português e indo-português.

Informações

Morada
Largo Dr. José Rodrigues
3000 - 236 Coimbra
Telefone (+351) 239 82 37 27 / 239 82 46 98
Fax 239 82 27 06

Horário
3ª feira a Domingo - 09.30 - 17.30 H
Encerra à 2ª-feira.

 

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1949 - Congresso Internacional de História da Arte. Postal ilustrado do Anjo Românico em Granito com selo de 1$00 CE713, obliterados com carimbo de Coimbra (25.03.1952). Imagem e descrição de leilão do CFP

Desenho de Martins Barata em fonte directa da escultura “O Anjo Românico”, e gravura a talhe doce do Professor Karl Seizinger. Impressos por Joh Enschedé & Zonen de Haarlem Holanda, sobre papel liso, em folhas de 100 selos com denteado 12,5x14. Foram emitidos 7 milhões de selos de 1$00 lilás vermelho, e 3 milhões de selos de 5$00 bistre esverdeado. Circularam de 20 de Dezembro de 1949 a 30 de Março de 1952.

O ANJO ROMÂNICO - Escultura do século XII, talhada em granito do Norte, julgando-se ter pertencido originariamente à Sé do Porto. Sofreu várias mutilações, sendo as principais, a perda da cabeça e das mãos. As qualidades que o fazem estimar e que lhe mereceram o lugar destacado que ocupa, são a raridade da escultura de representação humana na arte românica portuguesa, e a sua categoria artística ou ordem que ocupa na evolução da técnica escultural, numa fase ainda hierática. Pertence actualmente ao Museu Machado de Castro.

A Arte e os Descobrimentos 45 Escudos
Anjo Custódio

de Diogo Pires, o Moço

Ano base de emissão 1995
Autor do desenho Luiz Duran e Carlos Leitão
Técnica de impressão Litografia
Folhas 5X10
Data de emissão 9-Outubro-1995
Papel Esmalte
Denteado 12 por 12 1/2
Valor de emissão 45 Escudos
Cor Policromo
Local de F.D.C. Lisboa, Porto, Coimbra, évora, Faro, Funchal e Ponta Delgada

Escultura Portuguesa 100 Escudos
Deposição no túmulo

Produzida na primeira fase da obra do escultor normando João de Ruão, esta composição é considerada uma das suas obras-primas. Apresenta S. João e as santas mulheres, trajando à moda do séc. XVI, em movimentos comedidos, apenas adivinhados por ligeira torção dos corpos. A representação dos panejamentos e a delicadeza dos pormenores impressionam pela correção.
O impacto desta composição na época foi tão elevado que levou outras oficinas a reproduzir o mesmo tema, embora em variações menores.

Ano base de emissão 1994
Autor do desenho Vitor Santos
Técnica de impressão Litografia
Folhas 5X10
Data de emissão 16-Agosto-1994
Papel Esmalte
Denteado 12 por 12 1/2
Valor de emissão 100 Escudos
Cor Policromo
Local de F.D.C. Lisboa, Porto, Coimbra, Faro, Funchal e Ponta Delgada
Escultura Portuguesa 42 Escudos
Anjo da Anunciação
Ano
1993
Autor do desenho Vitor Santos
Técnica de impressão Litografia
Folhas 5X10
Data de emissão 18-Agosto-1993
Papel Esmalte
Denteado 12 por 12 1/2
Valor de emissão 42 Escudos
Cor Policromo
Local de F.D.C. Lisboa, Porto, Coimbra, Faro, Funchal e Ponta Delgada
pm cbr
fonte: Delcampe

Virgem da Anunciação - obra do Século XVI, em calcário, existente no Museu Nacional de Machado de Castro

75$00

Incluído no bloco «Escultura Portuguesa» - primeiro grupo

ESCULTURA PORTUGUESA - Cabeça de Agripina Maior - obra do Século I d.C., em mármore, existente no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra. Virgem da Anunciação - obra do Século XVI, em calcário, existente no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra. A Viúva - obra do Século XIX (1893), em mármore, de autoria de António Teixeira Lopes (1866-1942), existente no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa. Hino do Amor - obra do Século XX em terracota policromada, de autoria de Canto da Maia (1890-1981), existente no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa.

 

Cabeça preparada para encaixe numa estátua, representando o retrato da Imperatriz Agripina. O rosto apresenta elementos característicos da sua fisionomia: proporções largas, testa baixa e olhos grandes. Cabelo apartado ao meio e preso sobre a nuca. O rosto é emoldurado por uma franja de pequenos caracóis enquanto dois rolos enquadram o pescoço alto e forte. Na parte posterior, o cabelo é enrolado em ondas, terminando preso por uma fita entrançada.

Incluído no bloco «Escultura Portuguesa» - primeiro grupo

ESCULTURA PORTUGUESA - Cabeça de Agripina Maior - obra do Século I d.C., em mármore, existente no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra. Virgem da Anunciação - obra do Século XVI, em calcário, existente no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra. A Viúva - obra do Século XIX (1893), em mármore, de autoria de António Teixeira Lopes (1866-1942), existente no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa. Hino do Amor - obra do Século XX em terracota policromada, de autoria de Canto da Maia (1890-1981), existente no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa.


Postal máximo triplo
fonte: http://omundoapaixonantedamaximafilia.blogspot.pt/




bloco

1995 – Emissão “Escultura Portuguesa” – terceiro grupo
Selo do Bloco. Cavaleiro Medieval – obra do Século XIV (1ª metade) em calcário branco, de autor desconhecido, existente no Museu Nacional de Machado de Castro em Coimbra
pm
Fonte: Delcampe

Desenhos de Vitor Santos apresentando 10 diferentes imagens da Escultura Portuguesa. Impressão a off-set pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda sobre papel esmalte, em folhas de 50 selos com denteado 12x12,5.  Foram  emitidos 80 mil blocos filatélicos com 4 selos da taxa de 75$00 ouro castanho e carmim, de diferentes gravuras, unicamente emitidos no bloco com o facial de 300$00. Postos em circulação a 27 de Setembro de 1995.

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Emissão conjunta Portugal – Turquia

A presente emissão procura estabelecer uma ponte cultural entre Portugal e a Turquia através da cerâmica. Esta arte, comum aos povos português e turco, e que remonta aos primórdios da nossa civilização, revela, na sua evolução, as várias influências sofridas pelas relações interculturais e constante assimilação e reinterpretação de cada povo, na procura de modos de expressão próprios.
A porcelana oriental, sobretudo a chinesa, foi, desde sempre, muito apreciada em Portugal e na Europa. Com a descoberta do caminho marítimo para a Índia tornou-se bastante mais acessível, passando a marcar presença nos serviços religiosos e nas melhores casas, substituindo a prata que até então se usava.
Rendidos ao fascínio desta bela cerâmica, exoticamente decorada, que chegava do Oriente, os artesãos portugueses cedo começam a reproduzi-la. No início seguiram de muito perto os seus modelos de inspiração mas, a partir do século XVII, com a crescente estilização dos motivos começa a emergir uma gramática decorativa própria.
Também a cerâmica de Iznik, assim chamada devido ao local de produção, revela que os seus artistas se inspiraram nas técnicas e no vocabulário decorativo chinês, transformando-o, também, à luz de um contexto novo.
Numa das imagens que constituem esta emissão pode apreciar-se uma graciosa lâmpada de mesquita em cerâmica Iznik, do século XVI. No colo figuram alguns caracteres em árabe, provavelmente de algum texto religioso. No bojo, decorado com os motivos vegetalistas em azul-cobalto, turquesa, verde e vermelho, observam-se três anéis de suspensão. Peças como esta eram encomendadas por sultões e emires para a decoração de mesquitas e mausoléus, onde ficavam suspensas acima do nível da vista.
Na outra imagem vemos um belíssimo pote de forma cilíndrica com asas, produto da cerâmica portuguesa do início de século. XVII. Pintada a azul, a decoração baseia-se em motivos geométricos e vegetalistas estilizados, surgindo, no colo, os famosos “caracóis barrocos”.


Dados Técnicos

Obliterações do 1º dia em:
Lisboa / Porto / Funchal / Ponta Delgada

Emissão: 2009/04/15

Selos:
€0,32 – 330 000
€0,68 – 230 000

Design: António Magalhães
Papel: 102 g/m2
Formato: 40 x 30,6 mm
Picotagem:13
Impressão: offset
Impressor: Cartor
Folhas: Com 50 ex.
Sobrescrito de 1º dia: C6 - €0,55
Pagela: €0,69
selo

Leque em madrepérola e papel pintado; col. Museu Nacional  de Machado de Castro        

medalha

Medalha dedicada à cidade de Castelo Branco (2016)
Anverso: Ao centro logotipo do município – a branco sobre um escudo esmaltado a vermelho – inscrito numa circunferência, que corresponde a uma peça central rotativa. Em redor desta peça central, vários motivos florais, que representam os bordados das Colchas típicas da cidade. No enxergo a legenda, ☩ CASTELO BRANCO ☩ (Cruz da Ordem do Templo).
Reverso: Ao centro o brasão municipal, inscrito num escudo esmaltado a vermelho. Em redor desta peça, estão  inscritos os nomes de quinze personalidades nascidas em Castelo Branco, legenda em espiral que se inicia na orla com uma cruz templária (☩), ficando os nomes divididos por um ponto a esmalte vermelho. Apresenta na orla a assinatura dos autores.
Autores: Isabel Carriço e Fernando Branco.
Gravura: Gravo, Lisboa.
Metal: Bronze patinado a branco e esmalte sintético vermelho e branco, Ø 80mm (a peça central tem 28mm).
Fotografia: Cortesia dos autores.
Obs.: Edição da Câmara Municipal de Castelo Branco, limitada a 100 exemplares, numerados à francesa. Foram necessários 4 cunhos, uma vez que a peça central é rotativa.
A medalha descrita pelos autores: “Representar Castelo Branco numa medalha não é fácil, sendo o seu percurso histórico e o seu presente indubitavelmente recheados de factos e entidades tão notáveis que é impossível caberem todos numa peça tão pequena."
Numa das faces, um desenho do bordado das suas Colchas, seu Património, inspirado na barra de uma colcha existente no Museu Machado de Castro, em Coimbra.

 


Vinhetas IANT 1970 - MNMC


Vinheta IANT 1972 - "Anunciação" - MNMC


Vinheta IANT 1972 - "Anunciação" - MNMC

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Última atualização: 03/09/2017