Carimbo comemorativo
De 1994.03.01 a 1994.05.30 (semelhante ao carimbo de 1º dia)
emissão com pagela anunciadora. Carimbos comemorativos com noticiário filatélico. CC usado num total de 35 localidades, incluindo também na Figueira da Foz. fonte: Pagelas dos selos portugueses de Matoso Geada Sousa.

Flâmula De 1990.09.01 a 1990.11.29
150 Anos do Montepio Geral

1994.03.01 1994.05.30
Montepio Geral


O movimento mutualista em Portugal conheceu, a partir de meados do século passado, um impulso fundamental com a criação do Montepio Geral - Associação Mutualista
A Associação Mutualista foi então designada "Montepio dos Empregados Públicos" e iniciou as suas actividades no dia 4 de Outubro de 1840, na casa do Presidente da Direcção. Em Janeiro de 1844, aprovada a reforma dos estatutos, foi outorgado à associação o nome de MONTEPIO GERAL, que ainda hoje se orgulha de possuir.
Francisco Manuel álvares Botelho, ex-professor do Colégio dos Nobres e funcionário da Fazenda Pública, foi o fundador da Associação Mutualista. Ele foi um percursor e ideólogo de um sistema de segurança social, incipiente ainda, mas que, face à inexistência de quaisquer esquemas de Previdência Social assegurados pelo Estado, garantia o apoio aos Associados e seus familiares, nomeadamente, em situação de doença, invalidez, viuvez e orfandade.
O lema adoptado pela Associação Mutualista é bem revelador dos objectivos que lhe estavam subjacentes: "PROTEGER O HOMEM NA INTEGRIDADE DO SEU DESENVOLVIMENTO, COMO SER HUMANO E SOCIAL".
A necessidade de reforçar os meios da Associação Mutualista e tornar mais eficaz a sua acção, aliada à ideia de promover a captação das pequenas poupanças e de realizar operações de crédito, levou à criação da Caixa Económica de Lisboa, em 24 de Março de 1844, com sede na Rua da Oliveira ao Carmo, em plena Baixa Pombalina. O horário de funcionamento restringia-se às manhãs de domingo, das 10 às 13 horas, para aproveitar as folgas dos Associados.
Apesar de, na sua origem, estarem os condicionalismos de uma época em que o sistema bancário não era suficientemente articulado e disciplinado, rapidamente a Caixa Económica adquiriu a confiança e o respeito dos pequenos aforradores, obtendo uma grande adesão e entusiasmo por parte dos seus depositantes.
A Caixa Económica foi estendendo a sua influência a todo o paÍs, com a abertura de balcões em évora, Faro, Coimbra, Viseu, Bragança, Setúbal e Beja, entre outras cidades e alargou as suas actividades à área do financiamento à construção e à aquisição de habitação, domÍnios em que mantém grande tradição e significativa quota de mercado.
| COIMBRA - CELAS | LG. DA CRUZ DE CELAS - EDIFÍCIO CRUZEIRO | 3000 COIMBRA | 239482625 | 239484554 |
Página Principal | Atividades | Coimbra | Links
Copyright ©
1999-2020 J. Cura, Secção Filatélica da AAC - Portugal
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.
| [Voltar] |