As Cores da Matemática segundo Almada Negreiros, Arte e
Política na Universidade de Coimbra,

Marco Daniel Duarte

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Edição: Secção Filatélica da Associação Académica de Coimbra
Edição: Abril de 2009
Preço: 9 Euros

Pedidos: SFAAC  Apartado 1094; 3001-501 COIMBRA

NOTA DE APRESENTAÇÃO
No dia 17 de Abril de 1969 desencadeia-se na “Alma Mater Conimbrigensis” o que a história recente designou por “Crise Académica de 1969”. A Cronologia fixou a densa série de acontecimentos que dão corpo à narrativa dessa crise, como foram o impedimento de o presidente da Associação Académica de Coimbra usar da palavra na cerimónia de inauguração do edifício da Matemática, os subsequentes protestos da comunidade universitária, a prisão do presidente daquela associação de estudantes, a suspensão das funções dos membros da direcção-geral, as greves às aulas e aos exames, o consequente encerramento da Universidade.
Consultada uma tábua cronológica que fixe os factos ocorridos a partir de 17 de Abril daqueleano, verifica-se que nela faltará inserir a seguinte entrada: 1969, entre 27 de Junho e 8 de Julho – José de Almada Negreiros, pintor contratado para pintar os frescos do átrio do edifício da, então, designada Secção de Matemática da Universidade de Coimbra, pinta a figura de Einstein no fresco intitulado “Matemática Universal”.
Por que razão um facto artístico terá lugar numa tábua cronológica eminentemente política?

Marco Daniel Duarte

 

Apresentação: 

 

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Última atualização: 18/04/2009