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Filatélica premiada no estrangeiro

SFAAC premiada internacionalmente

Terça, 20 de Novembro de 2012

por Acabra .Net

Apesar de carente de novos sócios estudantes, a SFAAC venceu prémios em duas competições de literatura filatélica, que decorreram na Alemanha e no Brasil. Por Daniel Alves da Silva§

O interesse em colecionar selos já não é uma distração partilhada pela generalidade dos estudantes Foto por Stephanie Sayuri Komatsu

A Secção Filatélica da Associação Académica de Coimbra (SFAAC) trouxe da International Philatelic Literature Exhibition, realizada entre os dias 2 e 4 de novembro, dois prémios. A exposição, organizada pela Bund Deutscher Philatelisten (Federação de Filatelistas Alemães), em Mainz, premiou o blogue da SFAAC e dois livros-CD subordinados ao tema “Filatelia e Europa”. 

Os dois livros-CD foram também premiados na exposição luso-brasileira Lubrapex 2012, que decorreu entre os dias 10 e 18 de novembro, em São Paulo, no Brasil. Em ambas as competições foram obtidas medalhas de prata nas categorias em que a SFAAC estava a concurso. 

A literatura filatélica envolve atualmente plataformas online. Daí surgiu a ideia da candidatura do blogue, no festival alemão, integrando a categoria de sites web, como explica o tesoureiro da SFAAC, Nuno Cardoso. Através de um sistema de pontuação, o blogue obteve 68 pontos pelo júri do concurso, tendo obtido assim uma medalha de prata (as medalhas são correspondentes não a uma classificação ordenada dos premiados, mas sim ao intervalo onde o número total de pontos obtidos se encontra). 

Nessa exposição foram a concurso mais de 550 participantes de todo o mundo. O blogue já tinha recebido a medalha de Vermeil, na XXI Exposição Filatélica Nacional Póvoa do Mar 2011 na classe de Literatura Filatélica e o Prémio nacional “ANÍBAL QUEIROGA” – Melhor Website de Filatelia, dado pela Federação Portuguesa de Filatelia, em 2010. 

Muitos prémios, poucos estudantes 

A SFAAC surgiu em fevereiro de 1965, sendo “a segunda secção mais antiga” da AAC, explica Nuno Cardoso. Existe também um clube dentro da secção dedicado aos carimbos comemorativos, criado em 1977, onde se encontra reunido o maior ‘stock' de carimbos comemorativos do país e a única publicação nacional dedicada a esse assunto. 

Localizada no primeiro piso do edifício da AAC, a secção está aberta àqueles que queiram aparecer. “Disponibilizamos todo o apoio aos sócios” seja na venda de material ou na consulta dos vários catálogos de selos mundiais, “sempre atualizados”, como informa o tesoureiro. Mas o mais importante, frisa Nuno Cardoso, é a “troca de experiências entre filatelistas”, onde se aprendem os truques deste passatempo com aqueles que são mais entendidos. 

O diretor da SFAAC durante a primeira metade da década de 80, João Rui Pita, revela que se viveu nessa época um “grande dinamismo”. Havia vários tipos de sócios nessa época, “desde sócios no liceu/ensino secundário até sócios antigos estudantes”. Hoje o cenário é diferente. Há 250 sócios ativos que já não estão em Coimbra. “Tivemos de recorrer a filhos de filatelistas que estudam cá”, revela Nuno Cardoso, para a secção poder cumprir os estatutos da AAC, que exigem uma maioria absoluta de estudantes nos órgãos da secção. Atualmente, captam-se sócios por proximidade. Os colecionadores de selos são filhos de colecionadores mais antigos.

“Os miúdos já não têm interesse nos selos”

O tesoureiro da SFAAC é perentório: “os miúdos já não têm interesse nos selos”. Existem outras distrações, e aponta também a cada vez maior utilização de etiquetas e de taxas pagas pelos utilizadores dos correios como um fator da diminuição da paixão pela filatelia. Deixaram de vir contas com selos diferentes, perdeu-se o ato de ver o selo que chegava em cada carta. “Lembro-me de ser miúdo e de cada vez que aparecia um selo numa carta eu tirava e guardava”, confidencia Nuno Cardoso.

Numa secção com objetivo de dinamizar a filatelia, acabam-se por criar laços, na tertúlia que contribui para o “aprofundamento cultural”, adita João Rui Pita. O mesmo considera a sua passagem pela direção da SFAAC como uma “ótima experiência”, no “partilhar e participar na vida académica”.

Mas a atividade da secção continua. Será publicado mais um número da revista, e está a ser ultimada a saída de um livro sobre carimbos comemorativos dedicados só a Coimbra, nos próximos meses. E apesar de parecer que estes prémios “passam bastante despercebidos”, como revela o antigo diretor, “têm levado muito longe o nome da AAC”. 

 

in A Cabra, 20/11/2012
ver página 9


in Diário do Alentejo, 2012/11/09
http://issuu.com/diariodoalentejo/docs/da_1594


Blogue da Secção Filatélica AAC vence prémio internacional.

in Denuncia Coimbrã, Novembro 6, 2012

http://denunciacoimbra2.wordpress.com/2012/11/06/blogue-da-seccao-filatelica-aac-vence-premio-internacional/

 



A filatelia em encontro de professores
Decorreu na Escola Secundária Quinta das Flores, em Coimbra, de 4 a 7 deste mês, a reunião anual de professores de matemática, organizada pela respetiva associação, a APM – Associação de Professores de Matemática.
Um dos temas do encontro deste ano foi a educação matemática.
A secção filatélica da Associação Académica de Coimbra (Sfaac), com o apoio da Associação de Professores de Matemática, a Escola Secundária Quinta das Flores, os CTT – Correios de Portugal e a Federação Portuguesa de Filatelia, organizou uma mostra filatélica dedicada ao tema “Matemática”. Além disso, o evento contou com um posto de correio que funcionou no dia 4 de outubro, e um carimbo comemorativo do evento, para obliterar toda a correspondência aí entregue e que reproduzimos.
A Sfaac escolheu para ilustrar a educação matemática um autómato, no caso uma máquina de estados finitos que é um modelo matemático usado para representar um programa de computador ou um circuito lógico.
Este exemplo mostra uma FSM (do inglês Finite State Machine) que determina se um número binário tem um número par ou ímpar de 0’s, onde S1 é um estado de aceitação.
A mostra teve um conjunto de reproduções de selos de matemática do mundo inteiro, que representam as variadíssimas áreas desta ciência.
Relembramos as últimas peças filatélicas editadas pelos CTT relacionados com a temática: selo para o público jovem, com a “Tabuada” (de 2009), emissão “Vultos da História e da Cultura” de 2008, com o professor Mira Fernandes (da Universidade de
Coimbra), e os inteiros postais do Dia do Pi, deste ano, e o comemorativo do Centenário de Maria do Pilar Ribeiro (matemática) de 2011.
Geada de Sousa

in Diário do Alentejo, 2012/10/12
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Diário de Coimbra, 2012/10/04

Diário As Beiras, 2012/10/04



Boletim do CFP, Setembro de 2012


Cábula Filatélica

in Filnumis nº 33, Agosto 2012
na capa


Filatelia

AAC homenageia as suas secções culturais


A secção filatélica (SF) da Associação Académica de Coimbra editou um número especial, o 24.º, da sua revista “Cábula Filatélica”, que é dedicada às secções culturais da AAC. Prevê-se a edição, no próximo ano, de um número semelhante, dedicado às secções desportivas da AAC.
Lê-se no editorial que “A Cultura das secções existentes deve ser realçada, incentivada e enaltecida, neste caso particular, com uma homenagem filatélica. Com este projeto propomos ilustrar cada uma das secções com selos, carimbos comemorativos ou outras peças filatélicas relacionadas com a sua atividade. Foi dada especial prioridade à filatelia portuguesa, rica em material filatélico de grande qualidade”, aliás a intervenção cultural da AAC (...) é riquíssima em quantidade, em variedade e em qualidade. 
Algumas das secções culturais e organismos autónomos são dos melhores que há a nível nacional na sua área. Sem querer distinguir ninguém, torna-se imperioso salientar o incansável e enorme trabalho de divulgação da canção de Coimbra da secção de fado e dos seus vários grupos integrantes, a qualidade dos eventos e da formação da secção fotográfica, a história e abertura para o exterior da RUC, a qualidade do jornal “A Cabra” da secção de jornalismo, o apoio anónimo do SOS Estudante, os eventos do CEC, o trabalho laborioso para o bem comum do Ciaac, o mediatismo da tvAAC, as particularidades das secções gastronómicas, defesa de direitos humanos, culturas lusófonas, Sesla, SAC e grupo ecológico e as especificidades e simpatia da secção de yoga (...). 
Além da SF, com os seus vários carimbos comemorativos, também o CEC teve dois carimbos comemorativos específicos dos seus eventos, que são belos exemplares de carimbos temáticos de cinema. 
As atividades da SF da AAC podem ser consultadas em http://filatelica.aac.uc.pt/  e em http://sfaac-filatelia.blogspot.pt/

Geada de Sousa

in Diário do Alentejo, 2012/06/29
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Terça-feira, 3 de Julho de 2012 CÁBULA FILATÉLICA
CÁBULA FILATÉLICA
A secção filatélica da Associação Filatélica da Académica de Coimbra, editou um número especial da sua revista Cábula Filatélica, dedicada a Secções Culturais da AAC. A acção tem o sentido de realçar e incentivar as secções existentes, no caso particular, com uma homenagem filatélica. 
Com o projecto pretendeu-se ilustrar cada uma das secções com carimbos comemorativos e outras peças relacionadas com a sua actividade. A intervenção cultural da Associação Académica de Coimbra no seu todo é riquíssima, em variedade e quantidade. Algumas das secções Culturais e Organismos autónomos, são dos melhores a nível nacional, na sua área. Esta edição teve o apoio da Comissão Organizadora da Queima das fitas 2012, pretendendo ser o inicio de um ciclo de edições especiais, dedicadas à academia e Universidade de Coimbra.

in blog Adiafa Filatelia - Franquia
http://adiafalitaletia.blogspot.pt/2012/07/cabula-filatelica.html


Número especial da revista "Cábula Filatélica"
Secção Filatélica homenageou Secções Culturais da AAC

in Diário de Coimbra, 2012/06/24


Número especial da "Cábula Filatélica"

in Diário de Coimbra, 2012/06/21
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Lançamento Cábula Filatélica

in blogue Denuncia Coimbrã, 2012/06/21
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"Cábula Filatélica"

in Diário de Coimbra, 2012/06/20


Coimbra na hora da fotografia

Coimbra teve mais encanto na hora da fotografia. Que o diga José Pombo, um dos vencedores do projeto “Portugal Connosco – O Olhar dos Carteiros” que viu uma das suas fotografias selecionadas pelo júri desta iniciativa dos CTT

in Aposta, junho de 2012
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Trilhos de Coimbra desvendem conteúdos matemáticos

2012-05-18

Passeio pedestre permite procurar ciência nas ruas.

Alguns baixos-relevos da cidade universitária de Coimbra escondem conteúdos matemáticos e o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (UC) convida a vir descobri-los, no próximo domingo, pelas 11h, através de  «Trilhos»  originais. Paulo Saraiva, da Faculdade de Economia da mesma instituição (FEUC) e Nuno Tarcísio, da Secção de Filatelia da Associação Académica de Coimbra (AAC), dinamizam o  «Passeio com Matemática» . A participação é gratuita, mas requer inscrição prévia.

O passeio visita esculturas e pinturas da UC, cujos conteúdos estão ligados à ciência dos números e aos matemáticos, e visa uma maior consciencialização do papel que ocupa enquanto linguagem e ferramenta. No percurso deste trilho, Paulo Saraiva e Nuno Tarcísio vão dar a conhecer a evolução histórica da matemática, da noção de número ao estudo da Geometria, passando pelas conquistas matemáticas nas áreas do Cálculo Diferencial e pela Álgebra, entre outros.

“Por último, dar-se-á o devido destaque ao papel da matemática portuguesa ao serviço dos descobrimentos, sublinhando alguns episódios e feitos científicos daquele que é considerado o matemático português de maior repercussão internacional, Pedro Nunes”,  antecipam os dois guias.

Para Paulo Saraiva e Nuno Tarcísio, este tipo de iniciativa sobre ciência permite que a divulgação da mensagem se faça de um modo mais leve e descontraído.  “No presente caso, é manifestamente mais enriquecedor estar em presença das obras artísticas, em vez do mero visionamento de imagens” , concluem.

O  «Trilhos»  desafia crianças e adultos a sair de casa com a família e amigos, para um passeio pedestre pelos lugares nas imediações do Museu da Ciência e da UC, à procura da ciência surpreendente que se encontra fora dos edifícios, nas ruas e nos jardins.

in Ciência Hoje
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54217&op=all

 


 

Dia do Selo 2011
47º aniversário da SFAAC
Congresso Luso-brasileiro de História das Ciências
Dia do estudante em Coimbra
Cábula Filatélica

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in Filatelia Lusitana, Maio de 2012


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50 ANOS DIA DO ESTUDANTE
A 24 de Março comemorou-se o Dia do Estudante, instituído para homenagear os estudantes portugueses. Este ano comemorou-se o cinquentenário sobre a crise académica de 1962. As celebrações foram organizadas por uma comissão, constituída pela ACC – Associação Académica de Coimbra, Federação Académica do Porto, AA Universidade do Minho, AAUAveiro, AAUTrás-os-Montes e Alto Douro, AAÉvora, Associação de estudantes do Ensino Superior Técnico-Universidade Universidade Técnica de Lisboa, Federação Nacional das Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico e Federação Particular Superior Particular e Cooperativo que pretendeu fazer um reencontro de gerações que, apesar de viverem tempos diferentes, lutaram por uma causa comum: os estudantes. Ricardo Morgadoo, presidente da AAC, obliterando a carta a enviar ao Ministro da Educação
Os 4 presidentesde associações acamdémicas  do país obliterando uma peça filatélica
Foi usado nesse dia um carimbo comemorativo da efeméride, em Coimbra, editado pelos que funcionou num posto temporário no edifício da AAC.

in Franquia - Adiafa Filatelia, http://adiafalitaletia.blogspot.pt/, 30/03/2012
http://adiafalitaletia.blogspot.pt/2012/03/50-anos-dia-do-estudante.html


 

in Diário As Beiras, 2012/03/26


Dirigentes enviam carta a Crato com selo comemorativo do Dia do Estudante

Domingo, 25 de Março de 2012

Ontem, 24, a Secção Filatélica da Associação Académica de Coimbra (AAC) apresentou, pelas 15h30, no edifício da AAC, o selo comemorativo do cinquentenário do Dia do Estudante. Após a apresentação, vários dirigentes associativos enviaram uma carta ao ministro da educação e ciência

 Depois de uma breve exposição, o presidente da direção-geral da AAC, Ricardo Morgado, o presidente da Federação Académica do Porto, Luís Rebelo, o presidente da Associação Académica da Universidade de Évora, Paulo Figueira e o presidente da Federação Nacional de Estudantes do Ensino Superior Politécnico, Bruno Figueira, assinaram uma carta endereçada a Nuno Crato.

No texto, partindo do paralelismo entre “uma geração que ousou reivindicar o direito a ter futuro alicerçado nos princípios democráticos da liberdade e igualdade” e uma “juventude que encontra os seus horizontes tolhidos”, os dirigentes voltam a realçar a “importância da justiça social no acesso e frequência do ensino superior”.

No final do documento, os estudantes deixam o repto a Nuno Crato, convidando-o a visitar “as debilidades de funcionamento das instituições de ensino superior, dos serviços de ação social e das condições de vida dos estudantes”. Esta ação não foi votada no Encontro Nacional de Direções Académicas.

Em frente à sala de estudo da AAC funcionou um posto de correio temporário dos CTT que esteve aberto entre as 15h30 e as 17h30. Em toda a correspondência entregue no local foi usado um carimbo comemorativo da efeméride editado pelos CTT.

in A Cabra, 2012/03/25
http://www.acabra.net/artigos/dirigentes-associativos-enviam-carta-a-nuno-crato-com-selo-comemorativo-do-dia-do-estudante


 

in Diário de Coimbra, 2012/03/24


Coimbra: Associação Académica organiza comemorações do cinquentenário do Dia do Estudante

Amanhã, dia 24 de março, a Associação Académica de Coimbra (AAC) irá organizar as comemorações do cinquentenário do Dia do Estudante na cidade.

A iniciativa, que surgiu no Encontro Nacional de Direções Académicas nos Açores, em janeiro, pretende relembrar a origem deste dia e o que, desde então, tem sido o associativismo académico em Portugal.

Assim, será lançado o Selo Comemorativo dos CTT, feito em parceria com a Secção Filatélica da AAC, às 15H00, no edifício da AAC. A noite está reservada para grandes atuações: a Via Latina, na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (UC), será palco das atuações de Luísa Sobral e de vários grupos académicos de todo o país. O evento terá lugar às 20H30 e irá contar com a presença de várias figuras da reitoria da UC e da cidade e com dirigentes associativos de todo o país.

Além da organização local, as celebrações foram organizadas pela comissão organizadora que é constituída pela AAC, Federação Académica do Porto, AA Universidade do Minho, AAUAveiro, AAUTtrás-os-Montes e Alto Douro, AAUÉvora, Associação de Estudantes do Instituto Superior Técnico-Universidade Técnica de Lisboa, Federação Nacional das Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico e Federação Nacional do Ensino Superior Particular e Cooperativo.

in C Notícias, 23/03/2012
http://www.cnoticias.net/?p=88515


24 de março assinalado com iniciativas de cariz cultural

Quarta, 21 de Março de 2012

por Acabra .Net

O movimento associativo estudantil vai comemorar o cinquentenário do Dia do Estudante, à semelhança de anos anteriores, com ações distintas nos próximos dias 23 e 24 de março, em Lisboa, Porto e Coimbra. Para além do caráter cultural das iniciativas, vai haver espaço para reivindicar. Por Inês Balreira

No próximo dia 24 de março cumprem-se 50 anos sobre a proibição do Dia do Estudante, marco que deu origem à crise académica de 1962. Este ano, para assinalar o cinquentenário, o movimento associativo estudantil está a organizar um programa de dois dias com atividades distintas no Porto e em Coimbra. Paralelamente, a Universidade de Lisboa vai também assinalar a data com uma série de iniciativas agendadas para o próximo sábado.

Encarregue das comemorações no Porto e em Coimbra está uma comissão criada especificamente para a ocasião, definida em sede do Encontro Nacional de Direções Associativas (ENDA), composta por oito associações de estudantes.

As iniciativas agendadas para o Porto, no dia 23, sexta-feira, consistem numa tertúlia, intitulada “Ser estudante ontem, hoje e amanhã”, onde vão estar presentes Eurico Figueiredo, dirigente académico de 62, Alberto Martins, dirigente académico de 69 e ainda dirigentes académicos em funções. No dia seguinte, sábado, as comemorações decorrem em Coimbra, com uma iniciativa de cariz cultural, intitulada “Cultura de estudante”, onde vão atuar vários grupos culturais das diversas academias do país e ainda a cantora Luísa Sobral. Esta atividade terá, segundo os dirigentes, cariz reivindicativo. Neste mesmo dia vai ser lançado o selo comemorativo dos 50 anos do Dia do Estudante.

[...]

in A Cabra, 2012/03/21
http://www.acabra.net/artigos/24-de-maro-assinalado-com-iniciativas-de-cariz-cultural


Filatelia
Saiu mais
uma “Cábula”

in Diário do Alentejo
9 março 2012
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in As Beiras, 2012/02/27


in As Beiras, 2012/02/25


in Diário de Coimbra, 2012/02/25


Cábula Filatélica

in blogue Rua da Sofia, 2012/02/25
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Estatutos da AAC preocupam Filatélica

A Secção Filatélica da Associação Académica de Coimbra comemora, na próxima quinta-feira (23), 47 anos. Dada a ocasião, a Rádio Universidade de Coimbra falou com Nuno Cardoso, tesoureiro da Secção acerca de planos para o novo ano.

A Secção Filatélica é também das que mais sofre desde a entrada em vigor dos novos estatutos, especialmente com o Artigo 118º que obriga os órgãos sociais de todas as secções da Associação Académica a serem constituídos por uma maioria absoluta de sócios efectivos.

Apesar de afirmar que irão tentar cumprir os estatutos em vigor, o tesoureiro da Secção Filatélica considera que o Artigo 118º pode ser a sentença de algumas secções.

Nuno Cardoso compreende que este é um problema que não afecta apenas a Secção Filatélica, apesar de haverem secções com mais facilidade de adaptação aos estatutos do que outras.

João Silva

in RUC (informação), 20/02/12
http://www.ruc.pt/2012/02/20/estatutos-da-aac-causam-problemas/

 


Selos e livro celebram arte nacional

Por:J. Pires Santos

  […]

Já no próximo sábado, 25, a Secção Filatélica da Associação Académica de Coimbra (AAC) comemora o seu 47º aniversário com um almoço convívio no Restaurante Cantinho dos Reis.

Após o repasto, decorrerá uma tarde de trocas e tertúlia filatélica nas salas da Secção Filatélica no edifício da AAC.

 

Os interessados poderão inscrever-se até 23 de Fevereiro através do mail: filatelica@academica.pt .

in Correio da Manhã, 2012/02/18
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/cultura/selos-e-livro-celebram-arte-nacional

CONCURSO “PORTUGAL CONNOSCO”

Olhares de cinco carteiros
de Coimbra premiados pelos CTT


Exposição e livro com as 200 melhores fotografias do concurso “Portugal Connosco” chegaram ontem às estações de correios da cidade

Chama-se Dudu, tem mau feitio e gosta de mostrar os dentes a José Pombo de cada vez que este, na sua mota, se aproxima lá de casa para entregar uma carta e uma encomenda. Não é por mal, é que o Dudu, como a maioria dos cães, não gosta de carteiros... e José Pombo, como a maioria dos carteiros, é obrigado a «aturá-lo». Foi desta relação clássica entre os cães e os carteiros deste país que nasceu, em Coimbra, uma das 200 fotografias vencedoras do concurso nacional “Portugal Connosco – O Olhar dos Carteiros”, promovido pelos CTT.
José Pombo foi um dos 3.500 carteiros (dos 5.000 existentes no país) que aceitou o desafio da empresa e, durante um mês, com uma máquina fotográfica descartável, fez o retrato de Portugal, através dos seus olhos. Em Coimbra, foram cinco os carteiros premiados. Para além de José Pombo, também Carlos Simões, Carlos Oliveira, Américo Almeida e Fernando Neves viram, com surpresa, as suas fotografias serem premiadas. Uma surpresa ainda maior quando, para a maioria, tirar fotografias é coisa para acontecer só nas férias e para alguns mexer numa máquina fotográfica descartável foi uma completa novidade.

in Diário de Coimbra, 2012/02/09
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=16676&Itemid=135


Secções criticam estatutos e pedem uma nova revisão

A um ano do fim do período de adaptação aos novos Estatutos da AAC, são muitas as secções que vociferam contra os mesmos. Uma maioria absoluta dos estudantes nas direcções é a causa dos protestos, que ganham maior voz nas secções desportivas. Uma alteração da norma em 2013 é vista, por alguns, como a única solução. Por João Gaspar, com Inês Amado da Silva

"Não podemos deixar a casa morrer por uma regra", diz Nuno Cardoso da Secção Filatélica Foto por Arquivo

A quase um ano da entrada em vigor dos novos estatutos da Associação Académica de Coimbra (AAC), aprovados no dia 3 de Fevereiro de 2011, não há consonância nas vozes das secções. A revisão extraordinária, que se iniciou a 26 de Janeiro de 2010, pretendia, entre outros pontos, regularizar a situação da Rádio Universidade de Coimbra (RUC) com a Entidade Reguladora da Comunicação (ERC), a definição de um procedimento sancionatório para o Conselho Fiscal da AAC (CF/AAC) e a revisão da composição da direcção-geral da AAC.

No entanto, a falta de consonância que agora se verifica prende-se, em maioria, com o descontentamento de algumas secções culturais e desportivas com alguns dos pontos dos estatutos. O foco de maiores críticas cinge-se ao artigo 118º que obriga, agora, a que os órgãos sociais de todas as secções da AAC sejam compostos por uma maioria absoluta (50 por cento mais um) de sócios efectivos – estudantes matriculados na Universidade de Coimbra (UC). Anteriormente, apenas era requerido que estes constituíssem um terço da direcção de secção e da mesa do plenário.

Todavia, os dois anos para adaptação que foram dados pela assembleia de revisão de estatutos parecem não ser suficientes para muitas secções. As dificuldades ora se prendem com a captação de estudantes, ora estão ligadas ao possível afastamento de sócios seccionistas (não estudantes da UC), que assumem parte importante na administração de secções, onde a experiência e tempo de dedicação são, em alguns dos casos, quase requisitos obrigatórios.

Apesar do artigo dos estatutos aqui referido ter sido implementado com o objectivo de aproximar os estudantes à AAC e às secções da casa, o mesmo, segundo a maioria das secções contactadas, não atenta às especificidades e singularidades de cada secção. Enquanto que algumas secções não apresentaram quaisquer dificuldades na adaptação a estes novos estatutos e concordam com a aplicação das novas regras, outras assumem não respeitar os estatutos e, por conseguinte, encontrarem grandes complicações na aplicação da nova norma e na redacção de um regulamento interno que entre em conformidade com os estatutos da AAC.

Desporto critica estatutos
As vozes que se erguem mais alto vêm dos dirigentes do desporto da AAC, onde estes mesmos estatutos parecem ter um maior impacto do que nas secções culturais. Das 19 secções contactadas pelo Jornal A CABRA, 14 apresentaram-se contra os novos estatutos, mais especificamente contra o artigo 118º, que obriga à maioria absoluta de sócios efectivos nos órgãos da secção. As críticas, que representam quase 75 por cento dos dirigentes ouvidos, ganham, em certos casos, tons bastante exaltados, como é o caso do presidente da Secção de Ténis da AAC, Tiago Fidalgo: “os estatutos são uma aberração e foram elaborados por pessoas que não sabem o que é a AAC”.

A desinformação como causa para o resultado final dos estatutos é uma crítica elaborada também por outros seccionistas. Jaime Carvalho, que apesar de no papel ser secretário da mesa do plenário assume-se como presidente oficioso da Secção de Rubgy, ataca sem recorrer a eufemismos. “A AAC está entregue a miúdos incompetentes que querem fazer carreira política”, considerando que a mesma transformou os estatutos “num documento que não vale nada”.

Realidades diferentes
Enquanto secções como a de Patinagem, Ginástica, Futebol ou Desportos Motorizados não apresentam grandes reparos aos estatutos, por terem facilidade em ter uma maioria absoluta de sócios efectivos nos órgãos sociais, outras sentem dificuldade na captação de estudantes, quer para a participação no dirigismo associativo, quer para captação de novos sócios. A Secção de Pesca Desportiva é, talvez, o caso mais alarmante, em que a direcção é apenas composta por não estudantes da UC [ver caixa]. Neste período de adaptação, que termina em Janeiro de 2013, muitas das secções desportivas, passado um ano desse mesmo período, ainda não apresentam uma direcção composta, maioritariamente, por estudantes.

O presidente da Secção de Bilhar, Ricardo Salgado, lembra a dificuldade que a sua secção tem em constituir órgãos sociais com uma maioria de sócios efectivos, sendo que apenas cumpre os antigos estatutos - um terço da direcção composta por estudantes. O mesmo avança, ainda, que “quase nenhuma das secções desportivas está a cumprir a nova norma”. Para além do obstáculo que algumas secções possam ter em captar novos sócios, a questão mais premente, segundo Ricardo Salgado, sublinhada também por outros dirigentes desportivos, reside na grande responsabilidade que se impõe nas direcções de algumas secções desportivas. Ricardo Salgado, também membro indigitado pelo Conselho Desportivo da AAC para a revisão dos estatutos, dá o exemplo do basquetebol quando afirma que o desporto é para praticar e não para dirigir: “um atleta que treina quatro vezes por semana, depois de um treino quer é ir para casa estudar ou descansar, e não para tratar de encargos administrativos”.

Necessário rever estatutos
Portanto, segundo o dirigente, “o sócio efectivo deve primeiro preocupar-se com os estudos, depois com o desporto e só por último com o dirigismo associativo”. Ricardo Salgado considera então que a responsabilidade das direcções de algumas secções “não se coaduna com a experiência que um estudante agrega em dois ou três anos de passagem pela secção”. O presidente da secção de Bilhar lembra também a componente de formação que está muito presente no desporto da academia, acrescentando ainda mais exigência à gestão destas secções. Solução? De acordo com Ricardo Salgado, esta apenas pode passar por uma nova revisão dos estatutos, que deverá acontecer ordinariamente em 2013, alterando a medida que entrou em vigor em 2011. Se isso não acontecer, na óptica do dirigente, o desporto pode passar para algo “residual e sem interesse”, desagregando-se do “ecletismo e prestígio do desporto da AAC”, se os presentes estatutos vigorarem.

O presidente da Secção de Andebol, António Sousa, apresenta o caso do organismo que dirige para reforçar a necessidade de rever os estatutos. “Nos últimos anos a secção teve valores bem superiores a 51% de sócios efectivos na direcção e estes foram os anos em que se verificou o afundamento da mesma, levando-a quase à sua extinção”, atesta. O dirigente reforça que há uma exigência de dedicação diária por parte da direcção da sua modalidade, lembrando que durante a época de exames, os sócios efectivos não comparecem nas reuniões de direcção nem sequer atendem os telemóveis. “Quem resolve então os problemas? Temos 9 equipas a participar nas provas nacionais, quem acompanha as equipas? Quem trata da logística?”, pergunta António Sousa, questão retórica que é repetida, segundo o mesmo, por outras secções desportivas que apresentam as mesmas exigências administrativas e de gestão.

Para além da questão da disponibilidade, para Adilson Brito, dirigente da Secção de Lutas Amadoras, relembra a necessidade de experiência para o exercício de funções nas direcções dos organismos desportivos: “é necessário conhecimento para exercer estes cargos”. Também Alexandre Brás, da Secção de Halterofilismo, considera que os “estudantes precisam de ganhar calo para poderem estar na direcção”.

O presidente da Secção de Patinagem, João Rodrigues, apesar de considerar que a exigência de mais de 50 por cento pode trazer dificuldades no futuro, concorda com os estatutos e lembra que, quando pela primeira vez integrou a lista para a direcção, acabou por depois nem ser convidados para as reuniões da mesma, situação que o mesmo assegura ter mudado, frisando a necessidade de os estudantes participarem activamente nas decisões das secções em que são sócios.

A possibilidade de desregulação
“Os estatutos apresentam normas contraproducentes ao desenvolvimento do desporto da academia”, aponta Vítor Graveto, presidente da Secção de Voleibol, apesar da sua secção apresentar 4 estudantes em 7 membros da direcção. O mesmo critica a falta de divulgação da revisão de estatutos, lembrando também que esta medida pode “pôr em causa a viabilidade de algumas secções”. Mário Rui Ferreira, da Secção de Atletismo, vai ao encontro das declarações de Vítor Graveto, lançando um aviso: “as direcções das secções desportivas não podem viver de estudantes universitários, senão correm o risco de morrer”.

Bruno Pais, que preside à direcção da Secção de Xadrez, apesar de admitir que o organismo que dirige não apresentar dificuldades na adaptação aos estatutos, põe em causa o controlo da aplicação desses mesmos estatutos. Jaime Carvalho vai mais longe, atestando que “em 90 por cento das secções as pessoas que são dirigentes não têm sequer o nome no papel. Não há qualquer controlo. É tudo tretas”. O dirigente do Rubgy considera que “os estudantes pouco fazem nas direcções”, recordando que, antes do estatuto de estudante-atleta, “os sócios efetivos assumiam cargos ou para cumprir percentagens ou para usar o estatuto de dirigente que dá direito a época especial de exames”.

Na Cultura, Filatélica é quem mais sofre
A redacção dos novos estatutos teve em conta, num dos seus principais objectivos, normalizar a situação da RUC face à ERC, visto que deles não constava o princípio de radiodifusão, exigência da entidade para que se renovasse o contrato de licença. O presidente da RUC, José Santiago, admite que a redacção do novo regulamento interno desta secção deveria ter sido feita em 2011; contudo, adianta que ainda este mês a rádio vai entregar o regulamento ao CF/AAC. Segundo José Santiago, a RUC vai continuar, de acordo com o regulamento proposto, a apenas aceitar sócios mediante aprovação no curso.

A maior parte das secções culturais não apresenta as mesmas críticas que se lançam do lado do desporto, sendo que as dificuldades observadas prendem-se com a redacção e posterior aprovação de novos regulamentos internos, para que estejam em conformidade com os novos estatutos. Contudo, a maior parte dos dirigentes contactados observam que os mesmos não apresentaram entraves ao normal funcionamento das secções. Apesar de a direcção da TV-AAC estar em conformidade com os estatutos, Tiago Cerveira, presidente deste organismo, considera que, no futuro, a exigência da maioria absoluta pode colocar obstáculos ao normal funcionamento da secção, visto que a TV-AAC tem “muitos alunos do politécnico”, sendo considerados, através dos estatutos, sócios seccionistas.

Todavia, o caso mais grave acaba por ser o da Secção Filatélica, em que na direcção apenas um em cinco dos membros é estudante [ver caixa]. Nuno Cardoso, tesoureiro da Secção Filatélica, deixa um aviso: “não podemos deixar a casa morrer por uma regra”.

Secção de Pesca Desportiva e Secção Filatélica: exemplos das dificuldades na adaptação
Belisário Borges e Nuno Cardoso pertencem, respetivamente, às secções de Pesca Desportiva e Filatélica. Embora a primeira seja desportiva e a segunda cultural, ambas as secções são exemplos ilustrativos das dificuldades que muitas delas, independentemente da sua tipologia, estão a atravessar para chegarem à adaptação plena dos novos estatutos da AAC.

No caso da Pesca Desportiva, a situação está longe do que é agora exigido: nenhum dos cargos de direção é ocupado por estudantes, pelo que o funcionamento da secção tem sido assegurado por sócios seccionistas. “Ninguém aqui está agarrado aos lugares. Como é sabido, nenhum de nós é remunerado”, clarifica. “Estou aqui há 30 anos. Tenho dado o meu melhor, bem como os meus colegas, mas, neste momento, não temos estudantes suficientes para integrar uma direção”. O presidente assegura também que nunca se fechou a secção aos estudantes: “pelo contrário, desejamos que eles venham”. Belisário Borges afirma até conhecer alguns pescadores desportivos dispersos pelas faculdades “mas que não têm intenção de deixar os clubes em que estão, às vezes por razões de ligação afetiva”.

Na direção da Secção Filatélica, a situação é idêntica: nos órgãos da secção, só um sócio é efetivo. Nuno Cardoso, tesoureiro da secção, afirma que, com eleições dentro de dois meses, a secção está “a perguntar a outras pessoas se querem fazer-se sócias. No último mês arranjámos mais um”.

“Pessoas com vontade de trabalhar há”, assegura – “não há é estudantes suficientes”, lamenta Nuno Cardoso, que acrescenta que, se mesmo “havendo pessoas para trabalhar, a secção fechar por causa de uma regra, é grave”. Belisário Borges remata: “isto vai traduzir-se numa quebra substancial da capacidade desportiva da nossa secção e levar ao efeito contrário daquilo que todos queremos, que é uma académica cada vez mais forte”.

Voz das secções:


Nuno Baía (Secção de Badminton): “Apesar de concordar com os estatutos, para as secções mais profissionais pode ser complicado”
Cátia Morais (Secção de Desportos Motorizados): “A adaptação a estes estatutos foi bastante fácil”
Rui Fonseca (Secção de Judo): “Os estatutos não impedem de continuarmos, mas podem causar dificuldades”
João Pereira (Secção de Futebol): “Cada secção tem a sua realidade específica”
Igor Pereira (Secção de Defesa dos Direitos Humanos): “Gosto de identificar a secção como sendo de estudantes”
João Nogueira (CIAAC): “Secções menos dinâmicas podem ter problemas em arranjar estudantes”
Tiago Santos (CEC): “Os estatutos não deveriam ser um peso, uma medida”
Miguel Abrantes (Secção de Natação): “Os estudantes devem fazer parte das secções, mas isso não deve ser uma condicionante”

in A Cabra, 31/01/2012
http://issuu.com/acabra/docs/239pdf


Secção Filatélica da Associação Académica

CÁBULA

 

A Secção Filatélica da Associação Académica de Coimbra lançou esta semana o número 23 da sua revista “Cábula Filatélica”.

Esta revista pretende dar a conhecer as atividades da Secção, promover a filatelia através de artigos de estudo e a divulgação de eventos filatélicos.

Destacamos o excelente artigo do sócio João Baptista que explica um pouco da História Postal da Bósnia, um país muito pouco estudado filatelicamente em Portugal. Realçamos ainda uma extraordinária biografia de António Luiz
Gomes, 1º presidente da AAC, reitor da Universidade, e que é homenageado dando o nome à Gala anual do Conselho Cultural da AAC, e que nos foi trazido pelo seu bisneto Pedro Luiz Gomes de Castro.

São ainda disponibilizados vários artigos sobre marcofilia comemorativa, área da filatelia que a SFAAC tem pergaminhos.

A SFAAC agradece à Federação Portuguesa de Filatelia e aos CTT – Correios de Portugal o apoio dado para a publicação.

Fonte: Secção Filatélica da Associação Académica de Coimbra


in http://osexoeacidade.com, 25 de Janeiro de 2012
http://osexoeacidade.com/2012/01/seccao-filatelica-da-associacao-academica-de-coimbra/



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Última atualização: 11/06/2017