CTT - Correios de Portugal

 

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Peça com carimbo comemorativo de 08/04/1986 da inauguração do Edifício dos Correios (Av. Fernão Magalhães, incluindo a estação de correios)
O edifício dos CTT na avenida Fernão de Magalhães, construído em 1985-1986, tem desenho do arquiteto José Oliva Martins de Carvalho e organização cromática de Eduardo Nery.

Os C.T.T. são uma empresa de grandes dimensões, com capital do Estado, prestadora de serviços de comunicações. Os seus fins não são lucrativos, mas sim de carácter social, tendo em vista a satisfação das necessidades dos seus utentes.

Em 26/07/1979 foi criada a Direcção Regional de Correios de Coimbra (DRCC). Os carimbos com a indicação de DRCC têm no semi-círculo inferior um número. Eram carimbos volantes. A cada número corresponde uma Estação Postal.

No início da década de 2000, foram entregues à DRCC - Direcção Regional Correios Centro 30 marcas de dia com designação "CTT - CORREIOS", para suprimir a falta de carimbos em algumas Estações ou Postos de Correio tais como acontecia com as marcas numéricas. Segundo o filatelista Joaquim Cortes, "das 30 marcas,  talvez uma dúzia  tivessem sido usadas e por pouco tempo. Julgo que as mesmas devem ter sido recolhidas por não fazer sentido a sua designação".


Carta circulada com marca da DRCC de 19/1/1983 para Londres

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Marca do dia da DRCC de 31/01/1997


Coleção de sócio

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Carta da Direcção de Grandes Contas - Gabinete do Director com marca de dia da EC Fernão Magalhães de 2009/12/??

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Carta do Gabinete do Director da Direcção de Coordenação Norte, com taxa paga


A equipa do departamento das Grandes Contas (GRC), liderada por Carlos Moura, está integrada na SGC (Serviço aos Grandes Clientes). Tem a sua sede em Coimbra e conta com apoios técnicos e comerciais em Braga, Porto, Coimbra, Lisboa e Faro.

Falar de negócios no Grupo CTT implica abordar a actividade da GRC, que «permitiu dotar os CTT de uma estrutura Comercial vocacionada para responder com eficácia às necessidades das Grandes Contas, numa estratégia orientada para o mercado e para o cliente, procurando encontrar a solução integrada de serviços do Grupo mais ajustada a cada realidade», afirma o seu responsável.

E quem são os “clientes” visados pela GRC? Carlos Moura esclarece que são aqueles que, devido ao seu volume de facturação, importa assegurar um acompanhamento dedicado pela equipa de Gestores de Conta. Tratam-se de Grandes Contas com um volume de facturação anual mínima de 100 mil euros, até um montante de negócios de 2,5 milhões de euros. Do Estado à Banca e Seguros, passando pelas Utilities, Editores, Grande Distribuição e Vendas à Distância, entre outros segmentos de Actividade, são exemplos de entidades potencialmente “clientes” a acompanhar pela GRC.

Do ponto de vista operacional, a GRC tem na sua dependência 17 Gestores

A equipa da GRC contribui decisivamente para a ligação e fidelização das maiores contas à oferta integrada de serviços que os CTT disponibilizam para satisfação das necessidades dos clientes de Grandes Contas (GGC), sediados em Lisboa, Porto, Coimbra e Faro, especializados num ou mais sectores de actividade.

Gerem uma carteira constituída por 378 contas que se repartem por 14 segmentos. Uma carteira que gerou 68,5 milhões de euros no primeiro semestre de 2010. Em 2009 a receita ascendeu aos 139 milhões de euros, representando um peso de 17% nos proveitos do Grupo CTT. Embora descentralizada, a equipa reúne periodicamente para controlo dos resultados das Contas que gere, além de abordar questões como novos negócios, novas soluções, reconhecimento de boas práticas e orientações. Refira-se ainda a importância da articulação do GRC com cada GGC, a fim de definir a melhor estratégia de actuação para cada cliente.

Atendendo apenas aos Serviços Postais, cabe à GRC gerir 863 contratos (incluindo 129 máquinas franquiar), que no primeiro semestre de 2010 asseguraram um tráfego de 102 milhões de objectos e 46 milhões de euros de receita, sendo que no ano 2009 esses valores se cifraram em 217 milhões de objectos e 95 milhões de euros.

Importa ainda dizer que a distribuição do volume de facturação por Operador assenta maioritariamente nos CTT Correios, com 71%, logo seguido da CTT Expresso com 13,6% e da Postcontacto com 5%, tendo o Grupo Mailtec muito próximo com 4,5%. Em termos de distribuição por produto, o Correio Normal (49%), o Correio Registado (20%) e o Correio Editorial (11,6%) ocupam o pódio das receitas.

A GRC também assegura e dinamiza o serviço MDDE (Marca de Dia Electrónica), contando com mais de 2500 Clientes. Garante ainda o serviço de fiscalização e controlo das Máquinas de Franquiar através de uma equipa de cinco técnicos, que mantém a operacionalidade de um parque de 957 máquinas responsável por uma receita de quase 2 milhões de euros em consumos nos primeiros seis meses de 2010.

Em 2009 o volume anual de facturação atingiu os 4,8 milhões de euros.

Fidelizar clientes, incrementar negócios

Concretamente, a actividade da GRC e dos seus gestores abrange uma multiplicidade de eventos decisivos para a fidelização dos clientes e o incremento dos negócios. Nesse sentido, ganha relevo conhecer e perceber as necessidades e a cadeia de valor de cada segmento de clientes, com o objectivo de lhes apresentar a solução mais adequada. A este propósito, Carlos Moura refere que «somos consultores/parceiros de negócio dos nossos clientes, procurando perceber a sua estratégia de negócio e agir, tendo em conta não um ou outro produto, mas antes uma solução que vá ao encontro das suas necessidades, construindo-se uma verdadeira parceria». Para isso, torna-se essencial garantir o apoio permanente ao cliente e consolidar essa ligação, ganhando a relação e a sua confiança, o que tem merecido muito boa receptividade, dado que o reconhecimento da figura do GGC, enquanto interlocutor privilegiado, facilitador e integrador.

Constitui também factor relevante para garantir uma melhor qualidade de a criação da grc permite dotar os ctt duma estrutura comercial preocupada e vocacionada para responder com eficácia às necessidades dos grandes clientes serviço, assegurar o acompanhamento de campanhas dos nosso clientes e transmitir feedback da forma como as mesmas se processaram no circuito operacional dos CTT, passando muito pela excelência na prestação de serviço na venda e no pós-venda. Uma visão que passa por assegurar a implementação do plano de Marketing e da política comercial dos CTT para as áreas das Empresas e dos Serviços.

E na sua variedade de atribuições, regista-se a proactividade em oferecer soluções englobando também os produtos e os serviços das empresas participadas do Grupo CTT (Mailtec, CTT Expresso, Tourline Express, Postcontacto, Payshop, EAD), bem como os novos serviços digitais (ViaCTT, Mailmanager e MDDE). É muito importante assegurar a correcta facturação e cobrança dos grandes clientes contratuais, mantendo actualizadas as respectivas contas correntes.

Alguns casos de sucesso

Seria longo e fastidioso mencionar a panóplia de casos de sucesso desta abordagem ao mercado, cujo reforço do modelo parece ser um caminho a seguir.

Importa, porém, registar algumas dessas acções, nomeadamente pela relevância do negócio ou pela sua inovação. Desde logo salienta-se o negócio IMTT - Serviço de troca de documentos. Trata-se de um serviço de entrega de objectos de correio registado em mão com as novas cartas de condução expedidas pelo IMTT. A troca de documentos (carta antiga pela nova) efectua-se aos balcões das lojas CTT.

Complementarmente, garante-se através da EAD a destruição segura das cartas de condução substituídas. No futuro, é possível que o ciclo seja fechado com os pedidos de alteração ou renovação a poderem ser efectuados também na rede CTT. O volume de facturação deste negócio em 2010 já ultrapassou um milhão de euros, além de potenciar a ida de mais pessoas às lojas e assim se poderem realizar mais negócios.

Algumas iniciativas a destacar decorrem de contratos com autarquias, como a de Viana do Castelo, no âmbito da geo-referenciação numa abordagem de caracterização sócio-económica dos alojamentos do concelho ou com a ADRA — Águas da Região de Aveiro e a C.M. Porto, para o serviço de levantamento de eixos de via com toponímia e número de polícia. Outros exemplos passam pela Universidade de Coimbra, com um contrato por um prazo de três anos para o fornecimento de 29800 centróides para 70 Municípios, ou a negociação com o cliente Viva Melhor de um contrato CTT Expresso e a adesão à cobrança postal de objectos para envio dos seus livros.

Fonte: Aposta nº 91, Novembro de 2010

 



in Resistência : bi-semanário do Partido Republicano do districto de Coimbra. 1916, Junho 12, segunda-feira - Nº33. fonte: https://bdigital.sib.uc.pt/republica/UCSIB-GHC-21-4-4/UCSIB-GHC-21-4-4_item1/P15.html




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Última atualização: 31/05/2016